O Diário da Nossa Paixão

sábado, novembro 29, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (0)


"Achas que o nosso amor pode fazer um milagre?"

quinta-feira, novembro 27, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (0)


"Não existe o esquecimento total
as pegadas impressas na alma são indestrutíveis."
(Thomas De Quincey)


Conheço umas quantas pessoas que explique eu de que maneira for, não compreendem o que o amigo Thomas tão bem explicou. Guardo o passado marcante no meu presente e no meu futuro. Transformo-me no que sou hoje. Encaro essas pegagas como um ensinamento e não uma limitação...

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Poema sobre a recusa

quinta-feira, novembro 27, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (1)



Como é possível perder-te

sem nunca te ter achado

nem na polpa dos meus dedos

se ter formado o afago

sem termos sido a cidade

nem termos rasgado pedras

sem descobrirmos a cor

nem o interior da erva.

Como é possível perder-te

sem nunca te ter achado

minha raiva de ternura

meu ódio de conhecer-te

minha alegria profunda

Maria Teresa Horta

(Patrocionado pela Susana)

Verdades

quarta-feira, novembro 26, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (1)



Ora aqui está um pensamento que é uma boa verdade para a esmagadora maiora dos homens.
Patrocionado pela Joaninha!

EMBRIAGAI-VOS!

domingo, novembro 23, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (1)

É necessário estar sempre bêbado.

Tudo se reduz a isso; eis o único problema.
Para não sentirdes o fardo horrível do Tempo, que vos abate e vos faz pender para a terra, é preciso que vos embriagueis sem tréguas.

Mas – de quê ? De vinho, de poesia ou de virtude, como achardes melhor.
Contanto que vos embriagueis.

E, se algumas vezes, sobre os degraus de um palácio, sobre a verde relva de um fosso, na desolada solidão do vosso quarto, despertardes, com a embriaguez já atenuada ou desaparecida, perguntai ao vento, à vaga, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntai-lhes que horas são; e o vento, e a vaga, e a estrela, e o pássaro, e o relógio, hão de vos responder:

- É a hora da embriaguez ! Para não serdes os martirizados escravos do Tempo, embriagai-vos; embragai-vos sem cessar !

De vinho, de poesia ou de virtude, como achardes melhor.


Poema de Charles Beaudelaire

Tainted Love

domingo, novembro 23, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (1)

O quanto a sonoridade muda ao longos dos tempos. A evolução de "Tainted Love" nos últimos 45 anos.


Gloria Jones (1964)



Soft Cell (1981)



Marilyn Manson (2002)



Pussycat Dolls (2007)

Sonoridade encantadora

domingo, novembro 23, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (0)



"I Wrote This Song About You", também chamada "The Beep Beep Song" é uma pequena amostra da musica da Simone White.

Fica aqui outro exemplo para, quem gosta, desfrutar.


Simone White - I didn't have any summer romance

O Sutra do Coração

domingo, novembro 23, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (0)

Há que partilhar um pouco de outras culturas. Hoje partilho convosco um pouco da cultura tibetiana: o sutra do coração.




"Quando o bodhisattva Avalokiteshvara praticava profundamente a perfeição da sabedoria, viu claramente que os cinco agregados [forma, sensações, percepções, vontade, consciência] são vazios em sua natureza. Assim, libertou-se de todas as tristezas e sofrimentos.

Ó Shariputra, a forma é vacuidade, a vacuidade é a forma. A forma não é outra senão a vacuidade, a vacuidade não é outra senão a forma. As sensações, percepções, vontade e consciência também são assim.

Ó Shariputra, todos os fenômenos são vacuidade. Não aparecem nem desaparecem, não são impuros nem puros, não crescem nem diminuem. Portanto, na vacuidade não há forma, sensação, percepção, vontade, consciência; não há olho, ouvido, nariz, língua, corpo, mente; não há cor, som, odor, sabor, tato, fenômeno; não há [reino dos sentidos, desde] o reino da visão até o reino da mente; não há [elos da existência dependente, desde] a ignorância e o fim da ignorância até a velhice-e-morte e a fim da velhice-e-morte; não há [as Verdades Nobres sobre] o Sofrimento, a Origem, a Cessação, o Caminho; não há sabedoria, nem ganho, nenhum ganho.

Sem o que ganhar, o Bodhisattva permanece na perfeição da sabedoria e não tem obstáculos em sua mente. Sem obstáculos e, portanto, sem medo, ele fica bem distante das delusões; isto é o nirvana. Todos os Buddhas dos três tempos, através da perfeição da sabedoria, alcançam a a iluminação insuperável, completa e perfeita.

Portanto, saiba que o mantra da perfeição da sabedoria é um mantra de grande divindade, um mantra de grande sabedoria, um mantra insuperável, um mantra inigualável, capaz de eliminar todo sofrimento; isto é verdade, não é mentira. Então, proclame o mantra da perfeição da sabedoria, o mantra que diz:

GATE GATE PARAGATE PARASAMGATE BODHI SVAHA

Isto completa o Coração da Venerável Perfeição da Sabedoria."

Amar é a eterna inocência

quinta-feira, novembro 20, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (1)

Venho por esta forma admitir que eu, Rui Pedro Veríssimo Fernandes sou um fã incondicional deste senhor: Fernando Pessoa, o homem que escreveu o que os outros sentiram e reparou no que os outros apenas viram.


"Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência, não pensar..."

...

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Music is live

quarta-feira, novembro 19, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (0)



Porque por vezes a musica é vida. No minímo tem momentos de genialidade em que a descreve-a na perfeição.

Já cheira a Natal

terça-feira, novembro 18, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (2)

video

Bem-vindos à minha casa

quarta-feira, novembro 12, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (0)

Trago aqui uma musica típica de um emigrante argelino em França! Eheheh! Mas ouve, vais ver que te faz bater o pé.



Billal big ali sinik : bienvenue chez les bylkas

Beijos às meninas, abraços aos meninos.
PS: A semana tá quase a acabar!!

Falta-me tempo para viver

terça-feira, novembro 11, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (3)

É apenas um anúncio, mas muito esclarecedor sobre a gestão que fazemos dos anos, dias, minutos em que estamos vivos.



Hoje digo ao Pajó, à Joana, à Raquel e à Catarina que eu seria uma pessoa menos especial se não vos conhecesse.

Descanso

terça-feira, novembro 11, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (0)

Para quando precisares de relaxar.






Coisas impressionantes

domingo, novembro 09, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (0)

I m p r e s s i o n a n t e !

Fácil de entender

domingo, novembro 09, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (0)

Uma versão mais calma, e com um video bonito de uma musica que para mim é um daqueles momentos de sintonia com o mundo, quando alguém escreveu o que eu sentia naquele momento e não conseguia expressar em palavras.


Senhoras e senhores, The Gift - Fácil de entender.

As Palavras Que Nunca Te Direi

domingo, novembro 09, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (6)

No livro "As Palavras Que Nunca Te Direi" de Nicholas Spark, uma história de amor perdido e encontrado, encontrei esta frase:

"Tu escolhes - entre o passado e o futuro. Agarra-te a um deles e aguenta-te"

E tu, a que te agarras?

Ups...

sexta-feira, novembro 07, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (0)

É capaz de não ter corrido muito bem...










































































E para acabar em beleza:

Bye bye Bush

quinta-feira, novembro 06, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (0)

Adeus oh tu que até tiras a paciência a um papa.



















O Obama reúne um consenso como eu nunca presenciei, levando inclusivé os americanos a buzinarem na rua, o que é practicamente inédito para aqueles lados.
Espero que esteja pelo menos à altura de (basta-me) metade das expectativas criadas à sua volta. Não são só os Americanos que precisam de quem é capaz de "trazer a mudança à América", o mundo também precisa.

O bobo morreu. Longa vida ao rei!

This love loves love

quinta-feira, novembro 06, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (2)

Um momento de relax.


Craig Armstrong feat Liz Fraser - This Love

Patrocionado pela menina Catarina.

Donna Maria

domingo, novembro 02, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (0)

Uma banda portuguesa que faz a junção do clássico com o moderno, misturado com bom gosto.

Ouçam e opinem se gostaram ou não.




Musica: Miguel Rebelo
Letra:
Miguel A. Majer

Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero

Quase que não chegava
A tempo de me deliciar
Quase que não chegava
A horas de te abraçar
Quase que não recebia
A prenda prometida
Quase que não devia
Existir tal companhia

Não me lembras o céu
Nem nada que se pareça
Não me lembras a lua
Nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua
Tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua
Eu confesso não sai da cabeça

Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito

Se um dia um anjo fizer
A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser
Faremos o crime perfeito








Se quiserem conhecer mais, visitem: http://www.myspace.com/donnamariapt

PS: Não, não tenho quota no negócio. "A simplicidade é o máximo da sofisticação."

Provérbio Maori

domingo, novembro 02, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (1)

“He tini nga whetu e ngaro I te kapua iti”
Muitas estrelas não podem ser ocultadas por uma pequena nuvem.















Dedicado a quem brilha muito, mas que por vezes se esquece.

Quem me ouviria?

sábado, novembro 01, 2008 / Publicada por Rui Pedro / comentários (0)

"Quem, se eu gritasse, entre as legiões dos Anjos me ouviria? E mesmo que um deles me tomasse inesperadamente em seu coração, aniquilar-me-ia sua existência demasiado forte. Pois que é o Belo senão o grau do Terrível que ainda suportamos e que admiramos porque, impassível, desdenha destruir-nos? Todo Anjo é terrível.

E eu me contenho, pois, e reprimo o apelo do meu soluço obscuro. Ai, quem nos poderia valer? Nem Anjos, nem homens
e o intuitivo animal logo adverte que para nós não há amparo neste mundo definido. Resta-nos, quem sabe, a árvore de alguma colina, que podemos rever cada dia; resta-nos a rua de ontem e o apego cotidiano de algum hábito que se afeiçoou a nós e permaneceu. (...)"




Rainer Maria Rilke
ELEGIAS DE DUÍNO